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domingo, 22 de abril de 2018

Mamilo a espreitar -- Nipple out

Curioso como cada vez mais a lingerie que lhe compro tapa muito pouco. 

Esta até deixa o mamilo espreitar 👅👅

Ares
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Funny how the lingerie I buy her covers less and less every time. 

This one lets the nipple out 👅👅

Ares

quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

Qual a cor das minhas cuequinhas? - What's the color of my panties?

Acertaste, são cor-de-rosa ;)

Afrodite
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You guessed right, they're pink ;)

Afrodite


segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Compras - Shopping

Queres ir às compras, querido? Tenho a certeza que vais gostar.

Afrodite

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Do you want to go Shopping, Honey? I'm sure you'll like it. 

Afrodite


terça-feira, 10 de novembro de 2015

A primeira aventura a três - The first threeway adventure

Ao contrário do que será considerado "normal", na nossa relação, era eu que mais desejava uma experiência a três com uma mulher. Sempre senti curiosidade de saber a sensação de ser tocada, lambida e fodida por uma pessoa do mesmo sexo, fantasiando acerca da suavidade do toque e todo o conjunto de novos cheiros e sensações que isso me proporcionaria. Claro que, à partida, tinha uma clara preferência por o fazer num contexto a três, com o meu Ares, já que uma mulher não tem pila e isso seria uma grande lacuna. Já o Ares sempre encarou esta experiência como uma coisa utópica, confortável em mantê-la no seu imaginário e mesmo com a convicção de que não traria uma mais-valia significativa ao sexo, mas, evidentemente, mostrou-se 100% disponível para me realizar esta fantasia, ao mesmo tempo que riscava mais uma actividade da sua bucket list.

O que não tínhamos noção era do quão difícil seria arranjar uma mulher, com o corpo e atitude adequados. Muito tempo passou, criando expectativas, até que, após várias visitas a um clube de swing, fizemos um contacto nesse sentido. Ela era elegante, jovem e à procura de uma simples e desprendida experiência a três, a qual nunca tinha também experimentado.

O assunto foi tão discutido, durante tanto tempo, que não tínhamos grandes dúvidas das regras e fronteiras a definir. Considerando que a fantasia era mais minha que dele, demos "carta branca" ao convívio entre as meninas e o resto deixaríamos rolar.

Rapidamente, os nosso lábios estavam em contacto, as mãos a percorrer os corpos. Todo um conjunto de curvas e cheiros a que não estava habituada e que me estavam a deixar louca. Melhor fiquei quando uma terceira língua e mais duas mãos se juntaram a nós. Os vestidos foram subindo, as cuequinhas afastadas e mamocas saltaram dos soutiens. Eles masturbavam-me e lambiam-me o pescoço e os mamilos enquanto eu delirava sentindo aquela cona húmida e caralho teso nas minhas mãos. Fiquei com a sensação de chegar ao paraíso quando me atiraram para a cama e senti pela primeira vez, duas línguas a explorarem as minhas virilhas e cona.

Pouco depois já as roupas estavam todas espalhadas pelo chão e os nossos corpos rebolavam em conjunto, quentes e com um tremendo cheiro a sexo. O Ares pôs-me de quatro e penetrou-me, enquanto ela se posicionou entre as minhas pernas a lamber-me, com uma excelente vista de um caralho teso a comer uma cona inchada de tesão. Aí me deparei, pela primeira vez, com uma cona a curta distância. Depiladinha e rosadinha, não resisti a lambê-la. Adorei.

Entretanto chegou o momento de ela experimentar o meu Ares, momento que temia que mexesse com a minha (pequena) veia do ciúme. Deitei-me e ela posicionou-se de quatro, com a língua na minha rata e o Ares penetrou-a. E que sensação. Não houve lugar a ciúme já que me apercebi que, apesar de estar a provar um corpinho novo, o Ares não tirava o olhar de mim, apreciando as minhas expressões de prazer e o contorcer do meu corpo enquanto uma língua feminina me explorava, cada vez mais profundamente, a cada estocada. Obviamente, cheguei a um orgasmo, imediatamente seguido de outro que o Ares não resistiu a proporcionar-me.

Neste ponto vi que ele não aguentava muito mais, Ajoelhámo-nos no chão, enquanto nos beijávamos e tocávamos até ele jorrar esperma quente para cima de nós. Uma sensação única.

Ficámos algum tempo a conversar, mas pouco depois a nossa amiga foi embora, deixando-nos à vontade para falar sobre a experiência, partilhar opiniões e verificar que nos sentíamos ainda mais apaixonados. É impressionante como estas aventuras fazem aumentar ainda mais a nossa intimidade e desejo.

Não tirámos fotografias. Era um momento nosso que não queríamos perturbado pela preocupação de registar o momento, mas relaxem que não ficam sem um miminho. 

Afrodite

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Contrary to what is considered "normal", in our relationship, I was the one who wanted the most a threeway experience with a woman. I always felt curious to know the feeling of being touched, licked and fucked by a person of the same sex, fantasizing about the softness of the touch and the whole set of new smells and sensations. I had a clear preference for doing so with my Ares, since a woman has no dick and I would miss that in the mix. Ares always viewed this experience as an utopian thing, comfortable keeping it in his imagination and even with the conviction that a second woman would not bring a significant added value to sex, but, of course, he was 100% available to fulfill this fantasy, crossing another item from his bucket list.

What we were not aware was how difficult it would be to find a woman with a sexy body and a proper attitude. Much time passed, creating expectations, until after several visits to a swing club, we made an interesting contact in this regard. She was elegant, young and looking for a simple and "no strings attached" threeway experience, which she had also never experienced.

The subject was discussed for so long, we did not have any doubts of the rules and boundaries. Whereas the fantasy was more mine than his, we gave "carte blanche" to the interaction between the girls and the rest would go with the flow.

Rapidly, our lips were touching and the hands touching and grabbing, feeling our bodies. A whole set of curves and smells that I was not used to and that were making me crazy. It got better when we were joined by a third tongue and an extra pair of hands. The dresses were rising, the panties pulled to the side and boobs jumping of bras. They masturbated me and licked my neck and nipples while I was deliriously feeling that wet pussy and stiff cock in my hands. I got the feeling of getting to heaven when they threw me to bed and I felt, for the first time, a pair of tongues exploring my pussy.

Shortly after, all the clothes were all over the floor and our bodies were rolling together, warm and with a tremendous smell of sex. Ares put me on all fours and penetrated me, as she positioned herself between my legs to lick me, with a great view of a stiff cock eating a horny swollen pussy. It was then that I came across, for the first time, with a pussy at short distance. Shaved and pink, I could not resist licking her. I loved it.

Then it was time for her to try my Ares, the moment I feared would mess with my (small) vein of jealousy. I laid down and she positioned on all fours, with her tongue in my pussy while Ares entered her. What a feeling. There was no room for jealousy when I realized that, although he was experiencing a new body, Ares did not take his eyes from me, enjoying my pleasure faces and the movements of my body as a woman's tongue explored me, deeper and deeper at each thrust. Obviously, I reached an orgasm, immediately followed by another that Ares could not resist to give me.

At this point I saw that he could not resist much more. We knelt on the floor and as we kissed and touched each other Ares shot his warm cum all over us. A unique feeling.

We talked for a while, but shortly after our friend went away, leaving us free to talk about the experience, share opinions and find that we felt even more in love. It's amazing how these adventures increase our intimacy and desire.

We did not take pictures. It was a time for ourselves and we did not want to spoil it with the necessity to record the moment, but relax, we will not leave you without a little gift.

Afrodite





segunda-feira, 28 de setembro de 2015

O nosso primeiro clube de swing - Our first swing club

A nossa primeira ida a um clube de swing marcou o início de uma nova fase da nossa relação.

Eu, Ares, já tinha conhecimento da existência de clubes do género através de um amigo que os tinha frequentado. Obviamente e como devem assumir, a safada da Afrodite não conseguiu esconder o interesse e entusiasmo em conhecer esses meios quando lhe falei do assunto. Passado pouco tempo e sem grande hesitação decidimos inscrever-nos num clube em Lisboa, mas em virtude do demorado processo de admissão optámos por experimentar um dos clubes de Albarraque. 

Ligámos previamente e após uns breves momentos de desilusão, quando nos transmitiram que era uma festa privada com um dress code muito específico, difícil de arranjar aquela hora, logo o gerente, com muita simpatia, disse efusivamente para aparecermos que eles proporcionariam a indumentária necessária.

Nesta relação o tímido sou eu, pelo que foi a atitude proactiva da Afrodite que nos fez ir para a frente com os planos. Ela vestiu-se a rigor, com um vestido preto justinho, cuequinha sexy e uns sapatos de salto alto vermelhos. Estava uma tesão.

Chegámos cedo a pedido dos gerentes. Fomos muito bem recebidos, vestimo-nos de acordo com o tema e fizeram-nos uma tour do espaço. Foi de encontro ao esperado, um clube encaixado numa vivenda, com uma pista de dança, vários quartos (os quais podem ser trancados, garantindo a privacidade, excepto um sem porta, com uma cama muito grande e sala de massagens) e uma sala escura com alguns sofás e uma cama. A entrada não é cara e tem incluído serviço de bar aberto.

O clube é frequentado por pessoas de várias faixas etárias, embora a predominância seja nos 40 anos. Vimos gente vestida como se estivesse numa discoteca normal, assim como senhoras com apenas bodies sensuais ou só em cuequinhas. O clube é aberto a casais, singles masculinos e femininos e até vimos um transexual.

A música é comercial e a decoração clássica, com muitos sofás e camas.

Nesta festa em particular tivemos direito a um show de sexo ao vivo, bastante fiel ao tema.

Tivemos várias experiências interessantes, embora não tenha havido qualquer contacto sexual com terceiros. Para começar, foi-nos apresentada uma senhora baixinha com uns peitos avantajados, que usava apenas um par de cuequinhas e uma capa alusiva ao tema. Ela era simpática e com um ar extremamente confiante. Foi aí que nos foi apresentado o conceito de broche vibratório, que pelo que consta, com a experiência de canto da senhora, conseguia fazer vibrar a garganta de modo a proporcionar sensações únicas aos seus amantes. Foi um suplício tentar manter o contacto visual durante a conversa quando a senhora se apresentava perante nós com tão pouca roupa. 

Foi-nos também apresentado um casal, nos seus trintas, a tender para quarenta. Ele demasiado falador mas bem parecido e ela loira e alta, mas sem qualquer opinião. O senhor passou o tempo a falar comigo, sobre temas banais, quase que ignorando as senhoras, que talvez estivessem um pouco tímidas. Quando nos separámos, expôs repentinamente as intenções com a afirmação "se quiserem estar connosco comuniquem, mas tens de ser meiguinho com a minha mulher". Uma aproximação um pouco fria para o nosso gosto, parecia uma transacção comercial.

Dançámos bastante. A Afrodite adora dançar e fá-lo de uma forma extremamente sensual. Num local destes as preocupações com a imagem ficam à porta, pelo que o vestido subia e punha a descoberto aquele rabo fabuloso, que volta e meia voltávamos a cobrir somente para ter o gozo de o ver subir de novo. 

Com tanta provocação decidimos explorar o quarto escuro. Sentámo-nos num sofá a namorar, a aquecer, até que sentindo o meu pau duro, ela o tirou para fora e começou a chupar. Mas durou pouco, já que um casal se sentou ao nosso lado, ele barrigudo de tronco nu, ela nem conseguimos ver. Tocaram na Afrodite e talvez pela inexperiência e timidez, resolvemos mudar a festa a dois para um quarto. Resolvemos deixar a porta aberta enquanto fazíamos umas brincadeiras, mas logo um par de singles masculinos entraram e ficaram de pé, a olhar, o que não achámos propriamente sensual, pelo que mal saíram, trancámos a porta e fodemos. 

Ainda passámos um pouco de tempo no quarto da cama grande, mas a chegada súbita da senhora "cantora", a namorar com um par de singles e toda uma multidão voyeur fez-nos decidir fechar a noite por ali. 

Resumindo e concluindo, gostámos imenso do espaço e, apesar da presença dos vários singles masculinos não nos agradar especificamente, achamos que a multiplicidade de pessoas com diferentes objectivos poderá agradar a muitos casais. Um senão, faz imenso calor dentro do clube.

Foi uma noite em que fomos confrontados pela primeira vez com o mundo do swing e fez-nos perceber que ainda havia muito para descobrir relativamente ao que ambos procurávamos, ou poderíamos gostar. Hoje em dia somos um casal muito mais esclarecido. Esta primeira experiência abriu-nos as portas para um mundo novo.

Ficam umas imagens que dão a ideia da tesão que é ver o rabo da Afrodite a saltar para fora do vestido. 

Beijinhos e abraços

Ares

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Our first visit to a swing club marked the beginning of a new phase in our relationship.

I, Ares, was already aware of the existence of this kind of clubs, through a friend and obviously the naughty Afrodite could not hide her interest and enthusiasm on the subject when I told her about it. After a short time and without much hesitation we decided to sign up for a club in Lisbon, but because of the lengthy admissions process we decided to try one of the clubs in Albarraque.

We called in advance and after a brief moment of disappointment, when we were told it was a private party, with a very specific dress code, the manager, with sympathy, effusively told us to show up and that they would provide the necessary costume.

In this relationship I am the timid one so it was the proactive attitude of Afrodite that made us go forward with the plans. She dressed sexy, with a tight black dress, sexy panties and red high heel shoes. She was hot.

We arrived early, at the request of the managers. We were very well welcomed, we dressed in accordance with the theme and they gave us a tour of the place. It was like we expected, a club, in a house, with a dance floor, several rooms (most could be locked, ensuring privacy, but one without a door, with a very large bed and massage room) and a dark room with some couches and a bed. The entrance was not expensive and included open bar service.

The clientele was from all age groups, although mainly around 40 years. We saw people dressed as if they were in a normal disco, as well as ladies with sexy lingerie or only in panties. The club is open to couples, male and female singles and we even saw a transsexual.

The music was commercial and the decor classic, with many sofas and beds.

In this particular party there was a live sex show, quite faithfull to the theme.

We had several interesting experiences, although we didn't have any sexual contact with other people. To begin with, a short lady with a oversized breasts was introduced to us, wearing only a pair of panties and a cape. She was friendly and very confident. That's when we were presented the concept of vibratory blowjob. From what we understood, with the lady singing experience, she could vibrate the throat to provide unique sensations to their lovers. It was hard trying to maintain eye contact during the conversation when the lady was presented before us with so little clothing.

We were also introduced to a couple in their high thirties, maybe forty. He talked too much, but was good looking and she was blonde and tall, but with no opinion whatsoever. He spent all the time talking to me about mundane topics, almost ignoring the ladies, who were perhaps a bit shy. When we were leaving, he suddenly exposed his intentions with the statement "if you want to be with us, we'd like it, but you must be sweet to my wife." A rather cold approach to our taste. It looked like a commercial transaction.

We danced a lot. Aphrodite loves to dance and does so in an extremely sensual way. In a place like this, concerns with the image stay at the door, so her dress would always go up and show that fabulous ass, which we would cover now and then, only to enjoy seeing it rise again.

With so much teasing we decided to explore the dark room. We sat on a couch kissing, getting hotter until she felt my hard dick under the trousers and she pulled it out and started sucking. But the moment was short-lived, as a couple sat next to us, he with no shirt and a big beer belly and her we could not even see. They touched Afrodite and perhaps by inexperience and shyness, we decided to change our party of two to one of the rooms. We decided to leave the door open as we were playing with each other, but two single men got in and stood, staring, which we felt was not properly sensual, locking the door as they got out to fuck in peace .

We spent some time in the big bed room, but the sudden arrival of the "singer" lady, having fun with a pair of singles and a whole voyeur crowd made us decide to end the night there.

In summary, we enjoyed the place and despite the presence of several male singles, which is not the most pleasant thing in our view, we understand that the multiplicity of people with different objectives is an advantage to many couples. The only problem, the place is hot and not very well ventilated.

It was a night when we were faced for the first time with this world and made us realize that there was still much to discover on what both were looking for or might like. Nowadays we are a lot more enlightened couple. This first experience has opened the door to an amazing new world.

Here are some images that may give you the idea of how hot it is to see Afrodites' ass jump out of the dress.

Kisses and hugs


Ares