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domingo, 26 de novembro de 2017

Experiência falhada - Failed experiment

Muito nos princípios das nossas experimentações swingers, ainda virgens e inocentes, fomos seduzidos por um casal mais velho. Encontraram-nos numa rede social do meio swinger e, experientes como eram, rapidamente nos convenceram - mais a mim que ao Ares - que seria interessante nos encontrarmos pessoalmente na casa deles para nos conhecermos.

Moravam numa vivenda grande e moderna a norte de Lisboa e numa sexta feira lá fomos nós fazer uma visita. Era um péssimo dia para tal, considerando que o Ares se sentia doente e pouco capaz, mas era novidade, tínhamos curiosidade e não gostamos de faltar aos nossos compromissos.

Sentados na sala, passámos perto de uma hora a conversar e tomar um vinho. O casal estava nos seus quarentas, mas em extrema forma, ele alto e musculado, ela alta, esguia e loura, vestida com uma pseudo fantasia de enfermeira.

A conversa foi interessante, mas de algum modo, apesar de não sentirmos propriamente química, queriam - e queríamos - partir para algo mais sensual. Queríamos um modo soft swing. No entanto, a transição acabou por ser um pouco forçada, com ele a empurrar a esposa para ao pé de mim e dizer explicitamente: porque não se beijam?

Assim foi, começámos a trocar uns beijos molhados, mas rapidamente percebi que o interesse dela não era em mim, mas sim no Ares, no qual ela tocava sofregamente enquanto me beijava. Fizemos o swap e enrolei-me eu com ele e ela com o Ares. Contou-me ele depois que ela, além de bruta a beijar, lhe puxava sistematicamente as orelhas enquanto lhe tocava. Atípico.

Por essa altura percebemos que o que queriam era uma troca hardcore, com ele a tentar repetidamente entrar em mim apesar de eu dizer que não queria. Não tinham química nenhuma entre eles e isso para nós era um turn off significativo. Deu a sensação de estarem fartos um do outro e necessitarem - ênfase no 'necessitarem' - de trocar de parceiros.

Decidimos educadamente terminar o encontro. Vestimos e fomos embora.

Durante os meses seguintes frequentemente enviavam mensagens e fotos e convidavam para outros encontros. Não os voltámos a ver.

Para nós foi uma boa experiência, no sentido em que aprendemos a fazer o filtro. Foi o nosso primeiro contacto, mas posteriormente vimos com frequência que muitos casais são swingers por necessidade. Não é o tipo de casais com quem queremos partilhar momentos calientes.

Como já comentámos em posts anteriores, gostamos de aventuras que de algum modo tragam algo mais para a nossa sexualidade, e trocar de parceiros não é certamente o caso. Gostamos quando 2+2 não são iguais a 4 :)

Não condenamos de modo algum os casais que fazem e gostam de fazer o hard swing, mas não é a nossa dinâmica.

Achámos por bem partilhar esta experiência com os nossos leitores.

Não é um texto sexy, mas não vos deixamos sem uma ilustração para vos fazer subir a temperatura.

Be sexy

Afrodite

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Very early on in our swinger trials, still virgin and innocent, we were seduced by an older couple. They found us on a social network of the swinger world and, experienced as they were, quickly convinced us - more me than Ares - that it would be interesting to meet in person in their house to get to know each other.

They lived in a large and modern villa north of Lisbon and on a Friday Night there we went to pay a visit. It was a bad day for this, considering that Ares felt sick and not capable, but it was a new experience, we were curious and we did not like to miss our commitments.

Sitting in the living room, we spent an hour talking and drinking wine. The couple were in their forties, but in good shape, he was tall and fit, and she was tall, slender and blond, dressed in a pseudo nurse costume.

The conversation was interesting, but somehow, even though we did not really feel chemistry, they wanted - and we wanted it to - go on to something more sensual. We wanted to try it in a soft swing mode. However the transitio turned out to be a bit forced, with him pushing his wife to my side and saying explicitly: why don't you kiss?

That was it, we began to exchange wet kisses, but I quickly realized that her interest was not in me, but in Ares, whom she was touching while kissing me. We made the swap and I saw myself with him and her with Ares. He told me afterwards that besides the brute kissing, she systematically pulled his ears as she touched him. Atypical.

By that time we realized that what they wanted was a hardcore exchange, with him repeatedly trying to get into me even though I said I did not want to. They had no chemistry between them and that, to us, was a significant turn off. It gave us the feeling that they were fed up with each other and needing - an emphasis on 'needing' - to change partners.

We politely decided to end the meeting. We dressed and left.

During the following months they often sent messages and pictures and invited them to other meetings. We have not seen them again.

For us it was a good experience, in the sense in which we learned how to make the filter. It was our first contact, but later we often saw that many couples are swingers out of necessity. Not the kind of couple we wanted to share hot moments.

As we have said in previous posts, we like adventures that somehow bring something more to our sexuality, and changing partners is certainly not the case. We like how much 2 + 2 is not equal to 4 :)

We do not condemn at all the couples who do and like to do the hard swing, but it is not our thing.

We felt it would be interesting to share this experience with our readers.

It is not a sexy post, but we will not leave you without an illustration to raise your temperature.

Be sexy

Afrodite

domingo, 12 de novembro de 2017

Cuequinha mini - Mini panties

"Gato, esta cuequinha não me tapa a passarinha!!"

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"Love, these little panties don't cover my pussy!!"



terça-feira, 1 de agosto de 2017

Ausência - Abscence


Olá queridos leitores.
Em primeiro lugar queremos agradecer todas as mensagens e comentários de desejo que nos têm enviado e que eu com tanto prazer as leio.
Em segundo queremos pedir desculpa pela ausência, mas tem sido um ano demasiado preenchido, 
em terceiro contamos em voltar a estar presentes neste nosso cantinho de exibicionismo.
Para um regresso suave deixamos apenas um aperitivo.

Afrodite

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Hello dear followers.
First of all we would like to thank you for all the sweetest messages and comments, which I read with pleasure.
Secondly we would like to apologize for our absence, but it has been a very busy year.
Thirdly we expect to be back and active in this little exhibitionism corner of ours.
For a soft return we leave a small appetizer.

Afrodite



sábado, 31 de dezembro de 2016

Feliz Ano Novo -- Happy new Year

Queríamos desejar um feliz ano novo a todos os nosso leitores que tão carinhosamente nos acompanham.

Este foi um ano espetacular para a nossa relação e para o blog. Crescemos muitos graças às nossas novas experiências e com o vosso feedback. Espero que o próximo ano traga mais aventuras e mais que tudo muito amor no nosso Olimpo. O mundo visto com amor (e muito sexo, livre de preconceitos e estigmas) é muito melhor e mais feliz.

Portanto os nossos votos são: sejam felizes, não se preocupem com a opinião dos outros (desde que não prejudiquem ninguém), façam tudo o que vos deixa feliz.

Sejam livres de espírito e vivam a vida como vos realiza.


Afrodite e Ares

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We would like to wish an amazing new year to the readers that have been following us for the past year.

2016 was a fantastic year for our relationship and also for the blog. We grew a lot, thanks to our new experiences and with your feedback. We hope that 2017 brings us a lot more aventures and a lot of love in our Olympus. The world, filled with love (and a lot of sex) is a much happier and better place.

So, our wished are: be happy, don't worry with the opinion of others and do what makes you happy. 

Be free in your spirit and live your life as is better fulfills you. 

Afrodite and Ares

terça-feira, 7 de junho de 2016

Que falta de criatividade! - Lack of creativity!

"Fica a pensar, enquanto eu te chupo!"- diz ela, quando pergunto que legenda pôr nesta foto :)

Alguma sugestão?

Ares

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"Keep thinking while I suck your cock!" - she says, when I ask what should I write in this post :)

Any suggestion?

Ares

segunda-feira, 21 de março de 2016

Há coisas inevitáveis! -- Unavoidable things!

Aquele momento em que eu penso: tenho que meter ali a língua!

Ares

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That moment when I think: I got to put my tongue in there!

Ares

      

segunda-feira, 14 de março de 2016

Hot

Quente, quente..... estou tão quente!

Afrodite

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Hot, hot..... I am so hot!

Afrodite


domingo, 6 de março de 2016

Provocação -- Provocation

Impressionante como até nas situações mais casuais, a sua presença não deixa de ser uma provocação!

Ares

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It's amazing that even in the most ordinary situations, her presence is still a provocation!

Ares


sábado, 13 de fevereiro de 2016

Espreitadela! - Peek-a-boo!


Não consigo deixar de espreitar!

Ares

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I can't help myself, I just have to peek!

Ares



domingo, 7 de fevereiro de 2016

Exibicionismo II -- Exhibitionism II

Adoro provocar o Ares quando ele menos espera, e no meio de uma refeição mostrar as minhas cuequinhas, a ele e a quem tiver um olhar mais atento. É uma delícia!

Afrodite

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Love to tease Ares when he least expects it, and in the middle of a meal show my panties to him and to those who have a more attentive look. It is a delight!

Afrodite

                  

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Qual a cor das minhas cuequinhas II - What is the color of my panties II

Para comprovar a cor das cuequinhas fica uma foto em grande plano:

Afrodite

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In order to prove the color of my panties, I present a picture in a bigger plan:

Afrodite



terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Sex Shop

Logo atrás do sexo, ir às compras é, sem sombra de dúvida, uma das actividades que mais prazer dá à maioria das mulheres. Juntem ambas e temos uma actividade que seria impossível eu não gostar. Falo, claro, de quando vou às compras a uma sex-shop ou lojas de roupa sexy. 

Adoro quando eu e o Ares decidimos investir em brinquedos novos, lingeries ou outros produtos de carácter sexual. Melhor ainda quando ele me surpreende com presentes que me deixam cheia de tesão. Dildos, buttplugs, meias sexy ou lingerie fazem parte do nosso dia-a-dia e são extremamente estimulantes. 

A aquisição mais recente foi feita pelo ares. Umas collants, abertas entre as pernas que, segundo ele, foram compradas a pensar no frio, para manter o "easy acess" sem me constipar :) Adorei. 

Ficam umas fotos tiradas num restaurante e por favor, façam sugestões que achem que podem acrescentar algo à nossa vida sexual. 

Beijinhos

Afrodite

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Right after sex, shopping is, certainly, one of the most pleasurable activities for a woman. Join both pleasures and we have an activity I could only like. I'm speaking of going to a sex-shop or sexy clothes store.

I love it when I and Ares decide to invest in new toys, lingerie or other sex products. Even better when he surprises me with gifts that make me very horny. Dildos, buttplugs, sexy lingerie and stockings are part of our everyday life and are very stimulant.

The latest aquisition was made by Ares. Tights that are open between the legs that, according to him, were bought thinking about the cold weather, to keep the easy acess without me getting sick :) loved it.

Here are some photos. taken at a restaurant and please, comment and give us some tips of things that may add something to our sex life.

Kisses

Afrodite







segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Compras - Shopping

Queres ir às compras, querido? Tenho a certeza que vais gostar.

Afrodite

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Do you want to go Shopping, Honey? I'm sure you'll like it. 

Afrodite


terça-feira, 10 de novembro de 2015

A primeira aventura a três - The first threeway adventure

Ao contrário do que será considerado "normal", na nossa relação, era eu que mais desejava uma experiência a três com uma mulher. Sempre senti curiosidade de saber a sensação de ser tocada, lambida e fodida por uma pessoa do mesmo sexo, fantasiando acerca da suavidade do toque e todo o conjunto de novos cheiros e sensações que isso me proporcionaria. Claro que, à partida, tinha uma clara preferência por o fazer num contexto a três, com o meu Ares, já que uma mulher não tem pila e isso seria uma grande lacuna. Já o Ares sempre encarou esta experiência como uma coisa utópica, confortável em mantê-la no seu imaginário e mesmo com a convicção de que não traria uma mais-valia significativa ao sexo, mas, evidentemente, mostrou-se 100% disponível para me realizar esta fantasia, ao mesmo tempo que riscava mais uma actividade da sua bucket list.

O que não tínhamos noção era do quão difícil seria arranjar uma mulher, com o corpo e atitude adequados. Muito tempo passou, criando expectativas, até que, após várias visitas a um clube de swing, fizemos um contacto nesse sentido. Ela era elegante, jovem e à procura de uma simples e desprendida experiência a três, a qual nunca tinha também experimentado.

O assunto foi tão discutido, durante tanto tempo, que não tínhamos grandes dúvidas das regras e fronteiras a definir. Considerando que a fantasia era mais minha que dele, demos "carta branca" ao convívio entre as meninas e o resto deixaríamos rolar.

Rapidamente, os nosso lábios estavam em contacto, as mãos a percorrer os corpos. Todo um conjunto de curvas e cheiros a que não estava habituada e que me estavam a deixar louca. Melhor fiquei quando uma terceira língua e mais duas mãos se juntaram a nós. Os vestidos foram subindo, as cuequinhas afastadas e mamocas saltaram dos soutiens. Eles masturbavam-me e lambiam-me o pescoço e os mamilos enquanto eu delirava sentindo aquela cona húmida e caralho teso nas minhas mãos. Fiquei com a sensação de chegar ao paraíso quando me atiraram para a cama e senti pela primeira vez, duas línguas a explorarem as minhas virilhas e cona.

Pouco depois já as roupas estavam todas espalhadas pelo chão e os nossos corpos rebolavam em conjunto, quentes e com um tremendo cheiro a sexo. O Ares pôs-me de quatro e penetrou-me, enquanto ela se posicionou entre as minhas pernas a lamber-me, com uma excelente vista de um caralho teso a comer uma cona inchada de tesão. Aí me deparei, pela primeira vez, com uma cona a curta distância. Depiladinha e rosadinha, não resisti a lambê-la. Adorei.

Entretanto chegou o momento de ela experimentar o meu Ares, momento que temia que mexesse com a minha (pequena) veia do ciúme. Deitei-me e ela posicionou-se de quatro, com a língua na minha rata e o Ares penetrou-a. E que sensação. Não houve lugar a ciúme já que me apercebi que, apesar de estar a provar um corpinho novo, o Ares não tirava o olhar de mim, apreciando as minhas expressões de prazer e o contorcer do meu corpo enquanto uma língua feminina me explorava, cada vez mais profundamente, a cada estocada. Obviamente, cheguei a um orgasmo, imediatamente seguido de outro que o Ares não resistiu a proporcionar-me.

Neste ponto vi que ele não aguentava muito mais, Ajoelhámo-nos no chão, enquanto nos beijávamos e tocávamos até ele jorrar esperma quente para cima de nós. Uma sensação única.

Ficámos algum tempo a conversar, mas pouco depois a nossa amiga foi embora, deixando-nos à vontade para falar sobre a experiência, partilhar opiniões e verificar que nos sentíamos ainda mais apaixonados. É impressionante como estas aventuras fazem aumentar ainda mais a nossa intimidade e desejo.

Não tirámos fotografias. Era um momento nosso que não queríamos perturbado pela preocupação de registar o momento, mas relaxem que não ficam sem um miminho. 

Afrodite

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Contrary to what is considered "normal", in our relationship, I was the one who wanted the most a threeway experience with a woman. I always felt curious to know the feeling of being touched, licked and fucked by a person of the same sex, fantasizing about the softness of the touch and the whole set of new smells and sensations. I had a clear preference for doing so with my Ares, since a woman has no dick and I would miss that in the mix. Ares always viewed this experience as an utopian thing, comfortable keeping it in his imagination and even with the conviction that a second woman would not bring a significant added value to sex, but, of course, he was 100% available to fulfill this fantasy, crossing another item from his bucket list.

What we were not aware was how difficult it would be to find a woman with a sexy body and a proper attitude. Much time passed, creating expectations, until after several visits to a swing club, we made an interesting contact in this regard. She was elegant, young and looking for a simple and "no strings attached" threeway experience, which she had also never experienced.

The subject was discussed for so long, we did not have any doubts of the rules and boundaries. Whereas the fantasy was more mine than his, we gave "carte blanche" to the interaction between the girls and the rest would go with the flow.

Rapidly, our lips were touching and the hands touching and grabbing, feeling our bodies. A whole set of curves and smells that I was not used to and that were making me crazy. It got better when we were joined by a third tongue and an extra pair of hands. The dresses were rising, the panties pulled to the side and boobs jumping of bras. They masturbated me and licked my neck and nipples while I was deliriously feeling that wet pussy and stiff cock in my hands. I got the feeling of getting to heaven when they threw me to bed and I felt, for the first time, a pair of tongues exploring my pussy.

Shortly after, all the clothes were all over the floor and our bodies were rolling together, warm and with a tremendous smell of sex. Ares put me on all fours and penetrated me, as she positioned herself between my legs to lick me, with a great view of a stiff cock eating a horny swollen pussy. It was then that I came across, for the first time, with a pussy at short distance. Shaved and pink, I could not resist licking her. I loved it.

Then it was time for her to try my Ares, the moment I feared would mess with my (small) vein of jealousy. I laid down and she positioned on all fours, with her tongue in my pussy while Ares entered her. What a feeling. There was no room for jealousy when I realized that, although he was experiencing a new body, Ares did not take his eyes from me, enjoying my pleasure faces and the movements of my body as a woman's tongue explored me, deeper and deeper at each thrust. Obviously, I reached an orgasm, immediately followed by another that Ares could not resist to give me.

At this point I saw that he could not resist much more. We knelt on the floor and as we kissed and touched each other Ares shot his warm cum all over us. A unique feeling.

We talked for a while, but shortly after our friend went away, leaving us free to talk about the experience, share opinions and find that we felt even more in love. It's amazing how these adventures increase our intimacy and desire.

We did not take pictures. It was a time for ourselves and we did not want to spoil it with the necessity to record the moment, but relax, we will not leave you without a little gift.

Afrodite





segunda-feira, 26 de outubro de 2015

A origem dos amantes II: o pimeiro desafio - The origin of the lovers II: the first challenge

Começámos por nos apresentar a vós como um casal com uma relação sólida e, sem qualquer presunção da nossa parte, com uma receita de sucesso. No entanto, é importante referir que, tal como um chef que cria um novo prato rico em aromas e sabores numa combinação quase perfeita, isso só é possível após alguma experimentação e tentativas falhadas.

Sendo ambos pessoas que lidam muito bem com o ciúme e apreciam muito a sua liberdade, achámos hipócrita da nossa parte impor a "fidelidade" (nos parâmetros normais do conceito) um ao outro, pelo que a nossa relação era o que habitualmente se designa de relação aberta. Tudo muito bonito. Tivemos entretanto os nossos primeiros threesomes e a nossa facilidade em lidar com o envolvimento com uma terceira pessoa veio comprovar a nossa teoria de que a relação podia funcionar nestes parâmetros. É claro que no entretanto, da forma intensa que vivíamos a nossa paixão, não havia tempo nem vontade para estar com outras pessoas fora da nossa relação.

A primeira vez que isso aconteceu veio abalar um pouco a maneira como encarávamos a vida a dois. A Afrodite estava há uns tempos a ser assedidada por um antigo amante e eu, considerando as anteriores experiências, achei por bem "autorizar" e até "incentivar", que num período menos disponível ela desse uso à sua liberdade. E assim se deu o primeiro abalo. Nunca, em toda a minha vida eu tinha sentido tantos ciúmes. Senti-me estranho, mais frio, como se repentinamente a minha cabeça, que antes andava nas nuvens, como se estivesse embriagado, ficasse limpa, racional e encarasse tudo com outros olhos. Senti que nunca mais poderia olhar para a Afrodite ou viver a relação do mesmo modo.

Falámos imenso, discutimos o assunto e tentámos perceber o que se tinha passado. Ela não tinha feito nada de errado, mas é difícil de lidar com este tipo de sentimentos. Felizmente, sou uma pessoa prática e não consegui pôr de parte o quanto gostava dela.

Como tínhamos previamente combinado ir a um clube de swing na noite seguinte aos acontecimento, fomos à mesma, apesar de abalados. Dançámos, bebemos uns copos e acabámos por nos envolver pela primeira vez com outro casal. O sentimento de cumplicidade neste envolvimento, a forma como uma troca de olhares era suficiente para comunicarmos os desejos um do outro e o amor que fizemos após voltarmos para casa, serviu como um antibiótico que curou a infeção sentimental que me atormentava. Basicamente, fomos salvos pelo swing. Ficámos contentes. Testámos a nossa relação e sobrevivemos, o que só podia significar que os sentimentos eram mais fortes do que pensávamos. No entanto, como tudo acabou bem, mantivemos tudo nos mesmos parâmetros, mas ainda tínhamos muito para aprender. O resto contamos depois.


Para não vos privar de uma ilustração, fica aqui uma imagem de um coração. Este sim, o verdadeiro símbolo do amor, no meu ver ;)


Ares

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We introduced ourselves as a couple with a solid relationship and without any presumption on our part, with a recipe for success. However, it should be noted that, as a chef who creates a new dish rich in flavor in an almost perfect combination, this is only possible after some failed attempts.

Both of us are people who deal very well with jealousy and appreciate our freedom so, we felt it would be hypocritical on our part to impose "faithfulness" (in the tradicional concept) to one another, so our relationship was what is commonly referred as an open relationship. All very pretty. Since then we had our first threesomes and our ability to deal well with the involvemente of a third person, proved our theory that the relationship could work  in these parameters. Of course, in the meantime, with the intense way we were living our passion, there was no time or desire to be with others outside of our relationship.

The first time it happened shook a bit the way we faced our life together. Aphrodite was being teased by a former lover for a while and I, bearing in mind the sucess of previous experiences, thought it would be ok to "authorize" and even "encourage" that, in a period when I was less available, she used her freedom. And so happened the first shock. Never in my life I had felt so jealous. I felt strange, colder, as if suddenly my head that once was on the clouds, as if I was drunk, became clean, rational and faced everything differently. I felt I could never look at Aphrodite or live the relationship the same way.

We talked a lot, discussed it and tried to realize what had happened. She had done nothing wrong, but it's hard to deal with this kind of feelings. Fortunately, I am a practical person and I could not get away from how much I liked her.

We had previously arranged to go to a swing club the  night after the event, and we did, though shaken. We danced, drank a few drinks and ended up involved, for the first time, with another couple. The feeling of cumplicity in this involvement, the way a glance was enough to communicate the desires of each other and the love that we made after we returned home, served as an antibiotic that cured the sentimental infection that tormented me. Basically, we were saved by swing. We were happy. We tested our relationship and survived, which could only mean that the feelings were stronger than we thought. However, because everything turned out well, we kept the relationship in the same parameters, but we still had a lot to learn. The rest we'll tell you later.

I don't want to leave you without some color to go with the text so, here is a picture of a heart. This one, the true symbol of love, in my view ;)

Ares



terça-feira, 13 de outubro de 2015

Pornografia - Pornography

Desengane-se quem acredita que há algum homem que não vê pornografia. Ou melhor, poderá haver, em algum local recôndito deste planeta onde a falta de acesso aos media torne difícil ou impossível o consumo de pornografia, mas não no mundo desenvolvido em que vivemos. 

Quando era mais jovem, lembro-me de eu e os amigos vibrarmos quando descobríamos uma revista marota no guarda-roupa dos pais, ou debaixo da cama de um irmão mais velho. Lembro também dos primórdios da internet massificada, em que um simples imagem porno demorava dois ou três minutos a carregar, aumentando a expectativa de forma insuportável. 

Hoje em dia, consta que mais de um terço do conteúdo na internet seja pornográfico. Como seria isso possível se não existissem consumidores massivos deste tipo de material? Não tem nada de estranho. Nós homens somos animais extremamente visuais. Somos estimulados principalmente pelo que observamos, daí que ver pornografia, com todos os efeitos químicos que se dão no nosso corpo no processo de visualização, nos dê uma sensação de satisfação, consta que muito semelhante ao consumo de determinadas drogas, havendo, inclusive, muitos casos de vicio. No entanto, o consumo moderado de pornografia é extremamente saudável. Estimula o nosso imaginário, aumenta o desejo, dá-nos ideias que podemos sugerir às nossas respectivas marotas e é um excelente combustível para as nossas actividades sexuais individuais (por mais satisfeito sexualmente que esteja um homem, vai sempre masturbar-se de vez em quando). 

Já as senhoras, consta que uma percentagem cada vez maior consome pornografia. Apesar de serem mais estimuladas mentalmente do que nós, há todo um menu de categorias de pornografia dedicado a elas, normalmente com um carácter mais "limpo", mais "romântico", mas também, certamente, algumas extremamente brutas e alternativas. 

O mundo da pornografia dá acesso a muitos submundos e parece que acabamos por procurar muito aquilo que nos é inacessível. Por exemplo, em algumas estatísticas que vi recentemente, em estados do sul dos EUA, como o Texas, em que a atitude é tendencialmente mais racista, são comuns pesquisas por pornografia interrracial e afins. O fruto proibido é o mais apetecido. 

Nós, como casal gostamos de ver um filme ou um video mais maroto de vez em quando. É uma experiência diferente que nos dá bastante tesão. Mas claro, muito mais do que isso, adoramos fazer os nosso próprios vídeos e fotos e partilhar convosco, como já perceberam.

Beijinhos e abraços. 

Ares

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Don't fool yourself if you believe there is a man who does not see pornography. Or rather, there may be at some secluded place on this planet where the lack of access to the media makes it difficult or impossible to consume pornography, but not in the developed world we live in.

When I was younger, I remember I and friends would be ecstatic when we would discover a naughty magazine in our parents' wardrobe or under the bed of an older brother. I also remember the early days of mass internet, when a single a porn picture would take two or three minutes to load, increasing the expectation unbearably.

Nowadays, more than one third of the content on the internet is pornographic. How would that be possible if there were no massive consumers of this type of material? There is nothing strange about it. We, men, are highly visual animals. We are especially estimulated by what we see so, viewing pornography, with all the chemical effects that occur in our bodies in the process, give us a sense of satisfaction, that seems very similar to the consumption of certain drugs, with even many cases of addiction. However, moderate consumption of pornography is extremely healthy. Stimulates our imagination, increases the desire, give us ideas that we can suggest to our naughty companions and is an excellent fuel for our individual sexual activities (even a sexually satisfied man, will always masturbate occasionally).

As for the ladies, it's a fact that an increasing percentage consume pornography. Although they are more mentally stimulated than us, there is a whole menu of porn categories dedicated to them, usually with a more "cleaner" character, more "romantic", but also some extremely hardcore and alternative.

The world of pornography gives access to many sub-worlds and it looks like that we end up looking for what is inaccessible to us. For example, in some statistics that I've seen recently, in the southern US states such as Texas, where the attitude tends to be more racist,  searches for interrracial porn are common. The forbidden fruit is the most coveted.

We, as a couple, like to see a movie or naughty video from time to time. It's a different experience that makes us horny. Of course, much more than that, we love making our own videos and photos and share them with you, as you already realized.

Kisses and hugs.

Ares








segunda-feira, 5 de outubro de 2015

Upskirt

Talvez seja o meu lado de voyeur pervertido a falar, mas espreitar por baixo do vestido da Afrodite é uma verdadeira delícia.

Ares

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Maybe it's my perverse voyeur side speaking, but peeking beneath Aphrodites' dress is a true delight .

Ares


segunda-feira, 28 de setembro de 2015

O nosso primeiro clube de swing - Our first swing club

A nossa primeira ida a um clube de swing marcou o início de uma nova fase da nossa relação.

Eu, Ares, já tinha conhecimento da existência de clubes do género através de um amigo que os tinha frequentado. Obviamente e como devem assumir, a safada da Afrodite não conseguiu esconder o interesse e entusiasmo em conhecer esses meios quando lhe falei do assunto. Passado pouco tempo e sem grande hesitação decidimos inscrever-nos num clube em Lisboa, mas em virtude do demorado processo de admissão optámos por experimentar um dos clubes de Albarraque. 

Ligámos previamente e após uns breves momentos de desilusão, quando nos transmitiram que era uma festa privada com um dress code muito específico, difícil de arranjar aquela hora, logo o gerente, com muita simpatia, disse efusivamente para aparecermos que eles proporcionariam a indumentária necessária.

Nesta relação o tímido sou eu, pelo que foi a atitude proactiva da Afrodite que nos fez ir para a frente com os planos. Ela vestiu-se a rigor, com um vestido preto justinho, cuequinha sexy e uns sapatos de salto alto vermelhos. Estava uma tesão.

Chegámos cedo a pedido dos gerentes. Fomos muito bem recebidos, vestimo-nos de acordo com o tema e fizeram-nos uma tour do espaço. Foi de encontro ao esperado, um clube encaixado numa vivenda, com uma pista de dança, vários quartos (os quais podem ser trancados, garantindo a privacidade, excepto um sem porta, com uma cama muito grande e sala de massagens) e uma sala escura com alguns sofás e uma cama. A entrada não é cara e tem incluído serviço de bar aberto.

O clube é frequentado por pessoas de várias faixas etárias, embora a predominância seja nos 40 anos. Vimos gente vestida como se estivesse numa discoteca normal, assim como senhoras com apenas bodies sensuais ou só em cuequinhas. O clube é aberto a casais, singles masculinos e femininos e até vimos um transexual.

A música é comercial e a decoração clássica, com muitos sofás e camas.

Nesta festa em particular tivemos direito a um show de sexo ao vivo, bastante fiel ao tema.

Tivemos várias experiências interessantes, embora não tenha havido qualquer contacto sexual com terceiros. Para começar, foi-nos apresentada uma senhora baixinha com uns peitos avantajados, que usava apenas um par de cuequinhas e uma capa alusiva ao tema. Ela era simpática e com um ar extremamente confiante. Foi aí que nos foi apresentado o conceito de broche vibratório, que pelo que consta, com a experiência de canto da senhora, conseguia fazer vibrar a garganta de modo a proporcionar sensações únicas aos seus amantes. Foi um suplício tentar manter o contacto visual durante a conversa quando a senhora se apresentava perante nós com tão pouca roupa. 

Foi-nos também apresentado um casal, nos seus trintas, a tender para quarenta. Ele demasiado falador mas bem parecido e ela loira e alta, mas sem qualquer opinião. O senhor passou o tempo a falar comigo, sobre temas banais, quase que ignorando as senhoras, que talvez estivessem um pouco tímidas. Quando nos separámos, expôs repentinamente as intenções com a afirmação "se quiserem estar connosco comuniquem, mas tens de ser meiguinho com a minha mulher". Uma aproximação um pouco fria para o nosso gosto, parecia uma transacção comercial.

Dançámos bastante. A Afrodite adora dançar e fá-lo de uma forma extremamente sensual. Num local destes as preocupações com a imagem ficam à porta, pelo que o vestido subia e punha a descoberto aquele rabo fabuloso, que volta e meia voltávamos a cobrir somente para ter o gozo de o ver subir de novo. 

Com tanta provocação decidimos explorar o quarto escuro. Sentámo-nos num sofá a namorar, a aquecer, até que sentindo o meu pau duro, ela o tirou para fora e começou a chupar. Mas durou pouco, já que um casal se sentou ao nosso lado, ele barrigudo de tronco nu, ela nem conseguimos ver. Tocaram na Afrodite e talvez pela inexperiência e timidez, resolvemos mudar a festa a dois para um quarto. Resolvemos deixar a porta aberta enquanto fazíamos umas brincadeiras, mas logo um par de singles masculinos entraram e ficaram de pé, a olhar, o que não achámos propriamente sensual, pelo que mal saíram, trancámos a porta e fodemos. 

Ainda passámos um pouco de tempo no quarto da cama grande, mas a chegada súbita da senhora "cantora", a namorar com um par de singles e toda uma multidão voyeur fez-nos decidir fechar a noite por ali. 

Resumindo e concluindo, gostámos imenso do espaço e, apesar da presença dos vários singles masculinos não nos agradar especificamente, achamos que a multiplicidade de pessoas com diferentes objectivos poderá agradar a muitos casais. Um senão, faz imenso calor dentro do clube.

Foi uma noite em que fomos confrontados pela primeira vez com o mundo do swing e fez-nos perceber que ainda havia muito para descobrir relativamente ao que ambos procurávamos, ou poderíamos gostar. Hoje em dia somos um casal muito mais esclarecido. Esta primeira experiência abriu-nos as portas para um mundo novo.

Ficam umas imagens que dão a ideia da tesão que é ver o rabo da Afrodite a saltar para fora do vestido. 

Beijinhos e abraços

Ares

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Our first visit to a swing club marked the beginning of a new phase in our relationship.

I, Ares, was already aware of the existence of this kind of clubs, through a friend and obviously the naughty Afrodite could not hide her interest and enthusiasm on the subject when I told her about it. After a short time and without much hesitation we decided to sign up for a club in Lisbon, but because of the lengthy admissions process we decided to try one of the clubs in Albarraque.

We called in advance and after a brief moment of disappointment, when we were told it was a private party, with a very specific dress code, the manager, with sympathy, effusively told us to show up and that they would provide the necessary costume.

In this relationship I am the timid one so it was the proactive attitude of Afrodite that made us go forward with the plans. She dressed sexy, with a tight black dress, sexy panties and red high heel shoes. She was hot.

We arrived early, at the request of the managers. We were very well welcomed, we dressed in accordance with the theme and they gave us a tour of the place. It was like we expected, a club, in a house, with a dance floor, several rooms (most could be locked, ensuring privacy, but one without a door, with a very large bed and massage room) and a dark room with some couches and a bed. The entrance was not expensive and included open bar service.

The clientele was from all age groups, although mainly around 40 years. We saw people dressed as if they were in a normal disco, as well as ladies with sexy lingerie or only in panties. The club is open to couples, male and female singles and we even saw a transsexual.

The music was commercial and the decor classic, with many sofas and beds.

In this particular party there was a live sex show, quite faithfull to the theme.

We had several interesting experiences, although we didn't have any sexual contact with other people. To begin with, a short lady with a oversized breasts was introduced to us, wearing only a pair of panties and a cape. She was friendly and very confident. That's when we were presented the concept of vibratory blowjob. From what we understood, with the lady singing experience, she could vibrate the throat to provide unique sensations to their lovers. It was hard trying to maintain eye contact during the conversation when the lady was presented before us with so little clothing.

We were also introduced to a couple in their high thirties, maybe forty. He talked too much, but was good looking and she was blonde and tall, but with no opinion whatsoever. He spent all the time talking to me about mundane topics, almost ignoring the ladies, who were perhaps a bit shy. When we were leaving, he suddenly exposed his intentions with the statement "if you want to be with us, we'd like it, but you must be sweet to my wife." A rather cold approach to our taste. It looked like a commercial transaction.

We danced a lot. Aphrodite loves to dance and does so in an extremely sensual way. In a place like this, concerns with the image stay at the door, so her dress would always go up and show that fabulous ass, which we would cover now and then, only to enjoy seeing it rise again.

With so much teasing we decided to explore the dark room. We sat on a couch kissing, getting hotter until she felt my hard dick under the trousers and she pulled it out and started sucking. But the moment was short-lived, as a couple sat next to us, he with no shirt and a big beer belly and her we could not even see. They touched Afrodite and perhaps by inexperience and shyness, we decided to change our party of two to one of the rooms. We decided to leave the door open as we were playing with each other, but two single men got in and stood, staring, which we felt was not properly sensual, locking the door as they got out to fuck in peace .

We spent some time in the big bed room, but the sudden arrival of the "singer" lady, having fun with a pair of singles and a whole voyeur crowd made us decide to end the night there.

In summary, we enjoyed the place and despite the presence of several male singles, which is not the most pleasant thing in our view, we understand that the multiplicity of people with different objectives is an advantage to many couples. The only problem, the place is hot and not very well ventilated.

It was a night when we were faced for the first time with this world and made us realize that there was still much to discover on what both were looking for or might like. Nowadays we are a lot more enlightened couple. This first experience has opened the door to an amazing new world.

Here are some images that may give you the idea of how hot it is to see Afrodites' ass jump out of the dress.

Kisses and hugs


Ares





segunda-feira, 21 de setembro de 2015

O poder de uma boa conversa - The power of a nice conversation

Adoro quando a conversa segue por assuntos marotos e isso é mais que suficiente para deixar a Afrodite completamente molhadinha. 

Ares

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I love it when the conversation follows a naughty subject and this is more than enough to get Afrodite completely wet.

Ares




segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Brincadeiras anais - Anal play

É impressionante a dualidade de opiniões e reacções no que concerne este tema. Para os homens é um buraco diferente e mais apertado, portanto mais estimulante, para as mulheres, varia entre o "adoro, que tesão" e o "nem pensar, dói tanto", passando pelo "se ele fizer questão...". Depende, obviamente, da anatomia de cada uma, mas uma coisa é certa, não há como dizer que não gostam sem experimentar, sendo que por experimentar quero dizer experimentar nas condições certas. Não será por uma tentativa falhada em que uma entrada mais brusca fez muita dor que se deve descartar, de vez, mais esse ponto de prazer. 

Já eu e como diz o Ares, fui abençoada pela minha anatomia. Não há parte alguma do meu corpo que não deseje sexo e o cuzinho não é excepção. A tesão aumenta tanto quando o meu Ares me come enquanto enfia um ou mais dedinhos no rabinho, me estimula com um dildo ou butt plug. O prazer é tanto que inclusivé me venho com estimulação puramente anal e é muito comum pedir para me comer o rabinho até ao orgasmo.

Recomendo vivamente. 

Afrodite

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It's amazing the duality of opinions and reactions concerning this topic. For men it's a different hole, tighter and therefore more stimulating, for women, opinions range from the "I love it" and the "no way, it hurts too much" and also the "if he really wants to ...". Obviously it depends on the anatomy of each person, but one thing is certain, there is no way to be sure if you really like it if you don't try it and by trying I mean doing it in the right conditions. Shouldn't be a failed attempt, when a more abrupt entry caused a lot of pain that one must discard, forever, this pleasure spot.

In my situation and as Ares says, I was blessed by my anatomy. There is no part of my body that doesn't like sex and my ass is no exception. I get very horny when my Ares fucks me while he fingers my ass, or plays with a dildo or butt plug. The pleasure is so intense that I cum with pure anal stimulation and it's very common to ask him to fuck my ass till orgasm.

I strongly recommend.

Afrodite