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domingo, 26 de novembro de 2017

Experiência falhada - Failed experiment

Muito nos princípios das nossas experimentações swingers, ainda virgens e inocentes, fomos seduzidos por um casal mais velho. Encontraram-nos numa rede social do meio swinger e, experientes como eram, rapidamente nos convenceram - mais a mim que ao Ares - que seria interessante nos encontrarmos pessoalmente na casa deles para nos conhecermos.

Moravam numa vivenda grande e moderna a norte de Lisboa e numa sexta feira lá fomos nós fazer uma visita. Era um péssimo dia para tal, considerando que o Ares se sentia doente e pouco capaz, mas era novidade, tínhamos curiosidade e não gostamos de faltar aos nossos compromissos.

Sentados na sala, passámos perto de uma hora a conversar e tomar um vinho. O casal estava nos seus quarentas, mas em extrema forma, ele alto e musculado, ela alta, esguia e loura, vestida com uma pseudo fantasia de enfermeira.

A conversa foi interessante, mas de algum modo, apesar de não sentirmos propriamente química, queriam - e queríamos - partir para algo mais sensual. Queríamos um modo soft swing. No entanto, a transição acabou por ser um pouco forçada, com ele a empurrar a esposa para ao pé de mim e dizer explicitamente: porque não se beijam?

Assim foi, começámos a trocar uns beijos molhados, mas rapidamente percebi que o interesse dela não era em mim, mas sim no Ares, no qual ela tocava sofregamente enquanto me beijava. Fizemos o swap e enrolei-me eu com ele e ela com o Ares. Contou-me ele depois que ela, além de bruta a beijar, lhe puxava sistematicamente as orelhas enquanto lhe tocava. Atípico.

Por essa altura percebemos que o que queriam era uma troca hardcore, com ele a tentar repetidamente entrar em mim apesar de eu dizer que não queria. Não tinham química nenhuma entre eles e isso para nós era um turn off significativo. Deu a sensação de estarem fartos um do outro e necessitarem - ênfase no 'necessitarem' - de trocar de parceiros.

Decidimos educadamente terminar o encontro. Vestimos e fomos embora.

Durante os meses seguintes frequentemente enviavam mensagens e fotos e convidavam para outros encontros. Não os voltámos a ver.

Para nós foi uma boa experiência, no sentido em que aprendemos a fazer o filtro. Foi o nosso primeiro contacto, mas posteriormente vimos com frequência que muitos casais são swingers por necessidade. Não é o tipo de casais com quem queremos partilhar momentos calientes.

Como já comentámos em posts anteriores, gostamos de aventuras que de algum modo tragam algo mais para a nossa sexualidade, e trocar de parceiros não é certamente o caso. Gostamos quando 2+2 não são iguais a 4 :)

Não condenamos de modo algum os casais que fazem e gostam de fazer o hard swing, mas não é a nossa dinâmica.

Achámos por bem partilhar esta experiência com os nossos leitores.

Não é um texto sexy, mas não vos deixamos sem uma ilustração para vos fazer subir a temperatura.

Be sexy

Afrodite

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Very early on in our swinger trials, still virgin and innocent, we were seduced by an older couple. They found us on a social network of the swinger world and, experienced as they were, quickly convinced us - more me than Ares - that it would be interesting to meet in person in their house to get to know each other.

They lived in a large and modern villa north of Lisbon and on a Friday Night there we went to pay a visit. It was a bad day for this, considering that Ares felt sick and not capable, but it was a new experience, we were curious and we did not like to miss our commitments.

Sitting in the living room, we spent an hour talking and drinking wine. The couple were in their forties, but in good shape, he was tall and fit, and she was tall, slender and blond, dressed in a pseudo nurse costume.

The conversation was interesting, but somehow, even though we did not really feel chemistry, they wanted - and we wanted it to - go on to something more sensual. We wanted to try it in a soft swing mode. However the transitio turned out to be a bit forced, with him pushing his wife to my side and saying explicitly: why don't you kiss?

That was it, we began to exchange wet kisses, but I quickly realized that her interest was not in me, but in Ares, whom she was touching while kissing me. We made the swap and I saw myself with him and her with Ares. He told me afterwards that besides the brute kissing, she systematically pulled his ears as she touched him. Atypical.

By that time we realized that what they wanted was a hardcore exchange, with him repeatedly trying to get into me even though I said I did not want to. They had no chemistry between them and that, to us, was a significant turn off. It gave us the feeling that they were fed up with each other and needing - an emphasis on 'needing' - to change partners.

We politely decided to end the meeting. We dressed and left.

During the following months they often sent messages and pictures and invited them to other meetings. We have not seen them again.

For us it was a good experience, in the sense in which we learned how to make the filter. It was our first contact, but later we often saw that many couples are swingers out of necessity. Not the kind of couple we wanted to share hot moments.

As we have said in previous posts, we like adventures that somehow bring something more to our sexuality, and changing partners is certainly not the case. We like how much 2 + 2 is not equal to 4 :)

We do not condemn at all the couples who do and like to do the hard swing, but it is not our thing.

We felt it would be interesting to share this experience with our readers.

It is not a sexy post, but we will not leave you without an illustration to raise your temperature.

Be sexy

Afrodite

sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

O nosso primeiro Swing - Our first Swing


Não é uma coisa que façamos recorrentemente, mas volta e meia lá nos apetece dar um salto a uma boa casa de swing. Não tanto pelo sexo, mas mais pela envolvente de um espaço assim, pela possibilidade de ter uma noite divertida, dançar e beber uns copos sem tabus e sem preconceitos. No fundo, uma liberdade total para fazer o que nos apetecer quando nos apetecer.

Em qualquer clube noturno chamado de "normal", a minha saia a subir enquanto dançamos de forma sensual se tornaria rapidamente inapropriado. Num clube de swing não. Não só isso me acontece, como a muitos casais à nossa volta, e nós gostamos de ver e de mostrar. Por isso nos cativa tanto este clubes de libertinagem.

Regra geral não vamos à procura de nada, mas num espaço assim as coisas acontecem. Uma vez, ao balcão do bar, enquanto esperávamos para ser servidos, um casal quebrou o gelo da forma mais simples que se pode fazer:
- Olá, nós somos o Nicolas e a Sophia!

Trocámos umas palavras simpáticas, mas nada mais e fomos para a pista dançar.

Imersos na nossa sensualidade, nem nos apercebemos que em pouco tempo o outro casal dançava ao nosso lado. Claro que não ficámos intimidados, quanto mais sensualidade melhor, as saias subindo e eu e a Sophia dançando rabo com rabo. Fomos aquecendo a pista.

Não se trocaram mais palavras. O que era um par de casais a dançar juntos, passou a ser quatro pessoas a moverem-se ao mesmo ritmo. As minhas mãos passavam do corpo do Ares para as coxas da Sophia e vice versa. A excitação de me roçar numa pele suave de mulher aumentava a cada instante. As línguas enrolavam-se à vez. Primeiro eu e ela, e rapidamente eles foram à vez participando na brincadeira. Desde beijos trocados a beijos partilhados a três. Sentia tantas mãos a apalpar-me as coxas, mamas e rabo que estava a ficar louca. Já escorria humidade pelas pernas abaixo.

A partir daí tínhamos passado o ponto sem retorno. Tínhamos que seguir em frente. Juntámos-nos numa das camas do espaço e uma a uma as roupas foram saindo. Começou tudo como um show. As meninas abriram as festividades. Eu e a Sophia de corpos enrolados. Eu lambia-lhe a cona e ela gemia como uma louca. Depois foi a vez dela e por fim, as duas ao mesmo tempo. Isto enquanto o Ares e o Nicolas com os paus rijos de tesão se masturbavam com evidentes caras de prazer. Foi delicioso vê-los loucos de tesão com cada movimento nosso. Não resistiram muito nesse estado. Rapidamente nos estavam a comer por trás enquanto a minha língua se enrolava na da Sophia. Estava tão molhadinha e tão louca de prazer que tive perdas de lucidez.

Foi neste ponto que nos apercebemos, havia uma multidão que nos olhava e apreciava. Casais tocavam-se enquanto nos viam, enquanto outros apenas davam as mãos imersos na experiência visual. Foi a cereja em cima do bolo, além de estar a gozar perdidamente, estávamos a ser os actores principais num show de prazer e sedução. E que público contagiante.

Foi uma sensação fantástica.

E o show continuou, de quatro passámos para missionário e umas tantas outras que se seguiram no calor do momento, com muitas mão e línguas à mistura.

Depois de alguns orgasmos da parte das meninas, os rapazes vieram-se loucamente nos nossos peitos. Que loucura!!

Uns beijos trocados e ficou a promessa de voltar a repetir.
Adorámos!

Afrodite

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It is not a regular thing, but once in a while we like to go to a good Swing Club. Not so much for sex, but for the involvement of a space like this, for the possibility of a fun night, to dance and to drink without taboos or prejudices. Basically a total freedom to do whatever we want to, when we want it.

In any so-called "normal" nightclub, my skirt rising while we dance sensually would quickly become inappropriate. Not in a swing club. Not only that happen to us, like to many couples around us, and we do like to see and show. That is why we like so much this debauchery clubs.

Normally we are not looking for anything but a space like this things happen. Once, at the bar, while waiting to be served, a couple broke the ice in the simplest way one can do:
- Hello, we are Nicolas and Sophia!

We exchanged some nice words, but nothing more, and we went to the dance floor.

Immersed in our sensuality, we did not even realize that in a short time the other couple were dancing by our side. Of course we were not intimidated, the more sensuality the better, like skirts coming up and me and Sophia dancing butt with butt. We were heating the dancefloor.

No words were exchanged. What was a couple of couples dancing together, soon beacame four people moving as one. My hands moved from Ares's body to Sophia's thighs and vice versa. The excitement of rubbing me against a smooth skin of a woman was increasing every second. Tongues rolled up in turn. First me and her, and quickly they started participating in the game. From kisses swapped to kisses shared three by three. I felt so many hands touching my thighs, tits and ass that I was going crazy. I was so wet that it was running through my legs.

We had passed the point of no return. We had to move on. We laid  down in one of the beds and one by one our clothes were coming out. It started as a show. The ladies opened the festivities. Sophia and I rolled up together. I licked her pussy and she moaned like crazy. Then it was her turn and at last the two at the same time. In the meanwhile Ares and Nicolas with there hard dicks were masturbating with evident pleasure. It was delightful to see them horny as hell with every of ours movement. They have not resisted much time in this condition. Quickly they were fucking us from behind while my tongue wrapped around with Sophia's tongue. I was so wet and so crazy with pleasure that I lost my sense of lucidity.

It was only at this point that we realized that there was a crowd watching and appreciating us. Couples were touching each other while they were watching us, while others only held hands immersed in the visual experience. It was the icing on the cake, in addition to being enjoying ourselves, we were the main actors in a show of pleasure and seduction. And what a contagious public.

It was a fantastic feeling.

And the show continued, from doggy style to missionary and a few others that followed in the heat of the moment, with many hands and tongues in the mix.

After some orgasms from the girls, the boys cum like crazy on our breasts. What a madness !!

Kisses were exchanged and a promise to repeat it again.
We just
loved it!

Afrodite




quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Swing Romano - Roman Swing

Já há algum tempo que frequentamos clubes de swing e gostamos, por isso decidimos, na nossa viagem a Itália, experimentar um clube local. 

Dada a menor mobilidade escolhemos o clube mais perto do centro, junto à zona de maior animação nocturna.

À chegada, a porta com a sua luz azul chamava bastante à atenção. Tocámos à campaínha e a porta abre-se, revelando umas escadas para uma cave onde nos esperavam três pessoas. E assim começou uma experiência no mínimo bizarra.

A senhora que nos recebeu era extremamente simpática e bem disposta , mas tinha um ar estranho, ou talvez fosse efeito das duas companhias masculinas que lhe proporcionavam esse ar, sendo que um deles era desdentado e o outro, para além de umas patilhas à Elvis, era extremamente feio e mal vestido. A entrada foi 20 euros por pessoa, com bar aberto, self-service.

A fase seguinte piorou quando nos apresentaram a casa e verificamos que se limitava a uma zona do bar com uns 10m2, duas mesas e uma pequena cama redonda onde, segundo ela "às vezes as pessoas fodem e é giro ver". Tinha também um quarto privado que não chegámos a ver, porque estava ocupado, e uma "pequena cabine" com uma poltrona. Assustador!

O resto dos clientes limitvam-se a um single italiano "larguinho" e com falta de jeito para a sedução, um casal mais velho , embora com uma clara diferença de idades e dois singles (masculino e feminino) que mais tarde saíram do quarto.

A nossa vontade era sair o mais rápido possível. Mas por simpatia servimos um copo e sentámos na caminha a conversar um com o outro enquanto observávamos o casal mais velho que transmitia alguma sensualidade enquanto namoravam. Ao menos tínhamos a esperança de ver um show. Beijaram-se, beijaram-se, até que finalmente a senhora ganhou coragem, tirou as cuequinhas e começaram a tocar-se mutuamente. Acabou por lhe fazer um broche, enquanto o freak show continuava entre o resto dos clientes, com danças de acasalamento nada sensuais, entre corpos nada bonitos e situações deprimentes, entre as quais tentarem impingir-nos um dos singles masculinos, com o argumento de que "este é o que tem a picha mais grossa".


O status quo mudou quando chegou outro single, que após ter estado na cabine com a senhora que nos recebeu, foi convidado pelo casal mais velho para irem para o quarto. E foi o fim do show.


Foi então, que nem abutres a desfazer uma carcaça, o resto dos singles orientaram a atenção para nós, com um ar de fome e sede de quem acabou uma travessia no deserto. Novamente, medo! 

Não aguentámos mais, a Afrodite bebeu o copo de um só trago e com a desculpa de termos de apanhar o avião cedo na manhã seguinte, pusemo-nos em fuga.

Já na segurança do taxi não podíamos deixar de rir sobre assunto. Que experiência estranha. 

Obviamente que, depois disto tudo, fizemos a nossa própria festa sozinhos no hotel. 

Ares

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For some time, we've been attending swing clubs and we like it a lot so, we decided, on our trip to Italy, to try a local club.

Given the lower mobility we chose the club closer to the center, next to the nightlife area.

Upon arrival, the door hat a blue light that draw our attention. We ringed the bell and the door opened, revealing a staircase to a basement, where three people were waitting for us. And so began a bizarre experience, to say the least.

The lady who greeted us was extremely friendly, but had a strange look, or maybe it was the effect of the two men by her side, one of which was toothless and the other with a Elvis air style, extremely ugly and poorly dressed. The entry was 20 euros per person, with open bar, self-service.

The next phase got worse, when the place was shown to us and we found that it was limited to a bar area with a 10m2 with two tables and a small round bed where, according to her "sometimes people fuck and it's fun to see." It also had a private room, that we did not see because it was busy, and a "little cabin" with an armchair. Creepy!

The rest of the customers were an Italian single quite fat and not very good with the seduction, an older couple, though with a clear age difference, and two singles (male and female) who later left the room.

Our desire was to get out as quickly as possible. But for sympathy, we had a drink and sat down on the small bed, talking with each other, as we watched the older couple that conveyed some sensuality while they  were flirting with each other. At least we hoped to see a show. They kissed, kissed, until finally the lady gained courage, took the panties and they began touching each other. She ended up doing him a blowjob while the freak show continued between the rest of the customers, with no-so-sexy mating dances between not-so-beautiful bodies and depressing situations, including trying to "sell us" one of the male singles with the argument that "this is the one who has the thickest dick. "

The status quo changed when another single arrived, who after spending some time in the cabin with the lady who greeted us, was invited by the older couple to go to the room. It was the end of the show.

Then, just like vultures, the rest of the singles turned their attention to us, with a look of hunger and thirst, like someone who just crossed a desert. Again, scary!

We couldn't take it anymore. Aphrodite drank the cup all at once and with the excuse of having to catch a plane early the next morning, we went away.

In the security of the taxi we could not help but laugh about it. What a strange experience.


Obviously, after all this, we made our own party alone in the hotel.

Ares














segunda-feira, 26 de outubro de 2015

A origem dos amantes II: o pimeiro desafio - The origin of the lovers II: the first challenge

Começámos por nos apresentar a vós como um casal com uma relação sólida e, sem qualquer presunção da nossa parte, com uma receita de sucesso. No entanto, é importante referir que, tal como um chef que cria um novo prato rico em aromas e sabores numa combinação quase perfeita, isso só é possível após alguma experimentação e tentativas falhadas.

Sendo ambos pessoas que lidam muito bem com o ciúme e apreciam muito a sua liberdade, achámos hipócrita da nossa parte impor a "fidelidade" (nos parâmetros normais do conceito) um ao outro, pelo que a nossa relação era o que habitualmente se designa de relação aberta. Tudo muito bonito. Tivemos entretanto os nossos primeiros threesomes e a nossa facilidade em lidar com o envolvimento com uma terceira pessoa veio comprovar a nossa teoria de que a relação podia funcionar nestes parâmetros. É claro que no entretanto, da forma intensa que vivíamos a nossa paixão, não havia tempo nem vontade para estar com outras pessoas fora da nossa relação.

A primeira vez que isso aconteceu veio abalar um pouco a maneira como encarávamos a vida a dois. A Afrodite estava há uns tempos a ser assedidada por um antigo amante e eu, considerando as anteriores experiências, achei por bem "autorizar" e até "incentivar", que num período menos disponível ela desse uso à sua liberdade. E assim se deu o primeiro abalo. Nunca, em toda a minha vida eu tinha sentido tantos ciúmes. Senti-me estranho, mais frio, como se repentinamente a minha cabeça, que antes andava nas nuvens, como se estivesse embriagado, ficasse limpa, racional e encarasse tudo com outros olhos. Senti que nunca mais poderia olhar para a Afrodite ou viver a relação do mesmo modo.

Falámos imenso, discutimos o assunto e tentámos perceber o que se tinha passado. Ela não tinha feito nada de errado, mas é difícil de lidar com este tipo de sentimentos. Felizmente, sou uma pessoa prática e não consegui pôr de parte o quanto gostava dela.

Como tínhamos previamente combinado ir a um clube de swing na noite seguinte aos acontecimento, fomos à mesma, apesar de abalados. Dançámos, bebemos uns copos e acabámos por nos envolver pela primeira vez com outro casal. O sentimento de cumplicidade neste envolvimento, a forma como uma troca de olhares era suficiente para comunicarmos os desejos um do outro e o amor que fizemos após voltarmos para casa, serviu como um antibiótico que curou a infeção sentimental que me atormentava. Basicamente, fomos salvos pelo swing. Ficámos contentes. Testámos a nossa relação e sobrevivemos, o que só podia significar que os sentimentos eram mais fortes do que pensávamos. No entanto, como tudo acabou bem, mantivemos tudo nos mesmos parâmetros, mas ainda tínhamos muito para aprender. O resto contamos depois.


Para não vos privar de uma ilustração, fica aqui uma imagem de um coração. Este sim, o verdadeiro símbolo do amor, no meu ver ;)


Ares

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We introduced ourselves as a couple with a solid relationship and without any presumption on our part, with a recipe for success. However, it should be noted that, as a chef who creates a new dish rich in flavor in an almost perfect combination, this is only possible after some failed attempts.

Both of us are people who deal very well with jealousy and appreciate our freedom so, we felt it would be hypocritical on our part to impose "faithfulness" (in the tradicional concept) to one another, so our relationship was what is commonly referred as an open relationship. All very pretty. Since then we had our first threesomes and our ability to deal well with the involvemente of a third person, proved our theory that the relationship could work  in these parameters. Of course, in the meantime, with the intense way we were living our passion, there was no time or desire to be with others outside of our relationship.

The first time it happened shook a bit the way we faced our life together. Aphrodite was being teased by a former lover for a while and I, bearing in mind the sucess of previous experiences, thought it would be ok to "authorize" and even "encourage" that, in a period when I was less available, she used her freedom. And so happened the first shock. Never in my life I had felt so jealous. I felt strange, colder, as if suddenly my head that once was on the clouds, as if I was drunk, became clean, rational and faced everything differently. I felt I could never look at Aphrodite or live the relationship the same way.

We talked a lot, discussed it and tried to realize what had happened. She had done nothing wrong, but it's hard to deal with this kind of feelings. Fortunately, I am a practical person and I could not get away from how much I liked her.

We had previously arranged to go to a swing club the  night after the event, and we did, though shaken. We danced, drank a few drinks and ended up involved, for the first time, with another couple. The feeling of cumplicity in this involvement, the way a glance was enough to communicate the desires of each other and the love that we made after we returned home, served as an antibiotic that cured the sentimental infection that tormented me. Basically, we were saved by swing. We were happy. We tested our relationship and survived, which could only mean that the feelings were stronger than we thought. However, because everything turned out well, we kept the relationship in the same parameters, but we still had a lot to learn. The rest we'll tell you later.

I don't want to leave you without some color to go with the text so, here is a picture of a heart. This one, the true symbol of love, in my view ;)

Ares



segunda-feira, 28 de setembro de 2015

O nosso primeiro clube de swing - Our first swing club

A nossa primeira ida a um clube de swing marcou o início de uma nova fase da nossa relação.

Eu, Ares, já tinha conhecimento da existência de clubes do género através de um amigo que os tinha frequentado. Obviamente e como devem assumir, a safada da Afrodite não conseguiu esconder o interesse e entusiasmo em conhecer esses meios quando lhe falei do assunto. Passado pouco tempo e sem grande hesitação decidimos inscrever-nos num clube em Lisboa, mas em virtude do demorado processo de admissão optámos por experimentar um dos clubes de Albarraque. 

Ligámos previamente e após uns breves momentos de desilusão, quando nos transmitiram que era uma festa privada com um dress code muito específico, difícil de arranjar aquela hora, logo o gerente, com muita simpatia, disse efusivamente para aparecermos que eles proporcionariam a indumentária necessária.

Nesta relação o tímido sou eu, pelo que foi a atitude proactiva da Afrodite que nos fez ir para a frente com os planos. Ela vestiu-se a rigor, com um vestido preto justinho, cuequinha sexy e uns sapatos de salto alto vermelhos. Estava uma tesão.

Chegámos cedo a pedido dos gerentes. Fomos muito bem recebidos, vestimo-nos de acordo com o tema e fizeram-nos uma tour do espaço. Foi de encontro ao esperado, um clube encaixado numa vivenda, com uma pista de dança, vários quartos (os quais podem ser trancados, garantindo a privacidade, excepto um sem porta, com uma cama muito grande e sala de massagens) e uma sala escura com alguns sofás e uma cama. A entrada não é cara e tem incluído serviço de bar aberto.

O clube é frequentado por pessoas de várias faixas etárias, embora a predominância seja nos 40 anos. Vimos gente vestida como se estivesse numa discoteca normal, assim como senhoras com apenas bodies sensuais ou só em cuequinhas. O clube é aberto a casais, singles masculinos e femininos e até vimos um transexual.

A música é comercial e a decoração clássica, com muitos sofás e camas.

Nesta festa em particular tivemos direito a um show de sexo ao vivo, bastante fiel ao tema.

Tivemos várias experiências interessantes, embora não tenha havido qualquer contacto sexual com terceiros. Para começar, foi-nos apresentada uma senhora baixinha com uns peitos avantajados, que usava apenas um par de cuequinhas e uma capa alusiva ao tema. Ela era simpática e com um ar extremamente confiante. Foi aí que nos foi apresentado o conceito de broche vibratório, que pelo que consta, com a experiência de canto da senhora, conseguia fazer vibrar a garganta de modo a proporcionar sensações únicas aos seus amantes. Foi um suplício tentar manter o contacto visual durante a conversa quando a senhora se apresentava perante nós com tão pouca roupa. 

Foi-nos também apresentado um casal, nos seus trintas, a tender para quarenta. Ele demasiado falador mas bem parecido e ela loira e alta, mas sem qualquer opinião. O senhor passou o tempo a falar comigo, sobre temas banais, quase que ignorando as senhoras, que talvez estivessem um pouco tímidas. Quando nos separámos, expôs repentinamente as intenções com a afirmação "se quiserem estar connosco comuniquem, mas tens de ser meiguinho com a minha mulher". Uma aproximação um pouco fria para o nosso gosto, parecia uma transacção comercial.

Dançámos bastante. A Afrodite adora dançar e fá-lo de uma forma extremamente sensual. Num local destes as preocupações com a imagem ficam à porta, pelo que o vestido subia e punha a descoberto aquele rabo fabuloso, que volta e meia voltávamos a cobrir somente para ter o gozo de o ver subir de novo. 

Com tanta provocação decidimos explorar o quarto escuro. Sentámo-nos num sofá a namorar, a aquecer, até que sentindo o meu pau duro, ela o tirou para fora e começou a chupar. Mas durou pouco, já que um casal se sentou ao nosso lado, ele barrigudo de tronco nu, ela nem conseguimos ver. Tocaram na Afrodite e talvez pela inexperiência e timidez, resolvemos mudar a festa a dois para um quarto. Resolvemos deixar a porta aberta enquanto fazíamos umas brincadeiras, mas logo um par de singles masculinos entraram e ficaram de pé, a olhar, o que não achámos propriamente sensual, pelo que mal saíram, trancámos a porta e fodemos. 

Ainda passámos um pouco de tempo no quarto da cama grande, mas a chegada súbita da senhora "cantora", a namorar com um par de singles e toda uma multidão voyeur fez-nos decidir fechar a noite por ali. 

Resumindo e concluindo, gostámos imenso do espaço e, apesar da presença dos vários singles masculinos não nos agradar especificamente, achamos que a multiplicidade de pessoas com diferentes objectivos poderá agradar a muitos casais. Um senão, faz imenso calor dentro do clube.

Foi uma noite em que fomos confrontados pela primeira vez com o mundo do swing e fez-nos perceber que ainda havia muito para descobrir relativamente ao que ambos procurávamos, ou poderíamos gostar. Hoje em dia somos um casal muito mais esclarecido. Esta primeira experiência abriu-nos as portas para um mundo novo.

Ficam umas imagens que dão a ideia da tesão que é ver o rabo da Afrodite a saltar para fora do vestido. 

Beijinhos e abraços

Ares

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Our first visit to a swing club marked the beginning of a new phase in our relationship.

I, Ares, was already aware of the existence of this kind of clubs, through a friend and obviously the naughty Afrodite could not hide her interest and enthusiasm on the subject when I told her about it. After a short time and without much hesitation we decided to sign up for a club in Lisbon, but because of the lengthy admissions process we decided to try one of the clubs in Albarraque.

We called in advance and after a brief moment of disappointment, when we were told it was a private party, with a very specific dress code, the manager, with sympathy, effusively told us to show up and that they would provide the necessary costume.

In this relationship I am the timid one so it was the proactive attitude of Afrodite that made us go forward with the plans. She dressed sexy, with a tight black dress, sexy panties and red high heel shoes. She was hot.

We arrived early, at the request of the managers. We were very well welcomed, we dressed in accordance with the theme and they gave us a tour of the place. It was like we expected, a club, in a house, with a dance floor, several rooms (most could be locked, ensuring privacy, but one without a door, with a very large bed and massage room) and a dark room with some couches and a bed. The entrance was not expensive and included open bar service.

The clientele was from all age groups, although mainly around 40 years. We saw people dressed as if they were in a normal disco, as well as ladies with sexy lingerie or only in panties. The club is open to couples, male and female singles and we even saw a transsexual.

The music was commercial and the decor classic, with many sofas and beds.

In this particular party there was a live sex show, quite faithfull to the theme.

We had several interesting experiences, although we didn't have any sexual contact with other people. To begin with, a short lady with a oversized breasts was introduced to us, wearing only a pair of panties and a cape. She was friendly and very confident. That's when we were presented the concept of vibratory blowjob. From what we understood, with the lady singing experience, she could vibrate the throat to provide unique sensations to their lovers. It was hard trying to maintain eye contact during the conversation when the lady was presented before us with so little clothing.

We were also introduced to a couple in their high thirties, maybe forty. He talked too much, but was good looking and she was blonde and tall, but with no opinion whatsoever. He spent all the time talking to me about mundane topics, almost ignoring the ladies, who were perhaps a bit shy. When we were leaving, he suddenly exposed his intentions with the statement "if you want to be with us, we'd like it, but you must be sweet to my wife." A rather cold approach to our taste. It looked like a commercial transaction.

We danced a lot. Aphrodite loves to dance and does so in an extremely sensual way. In a place like this, concerns with the image stay at the door, so her dress would always go up and show that fabulous ass, which we would cover now and then, only to enjoy seeing it rise again.

With so much teasing we decided to explore the dark room. We sat on a couch kissing, getting hotter until she felt my hard dick under the trousers and she pulled it out and started sucking. But the moment was short-lived, as a couple sat next to us, he with no shirt and a big beer belly and her we could not even see. They touched Afrodite and perhaps by inexperience and shyness, we decided to change our party of two to one of the rooms. We decided to leave the door open as we were playing with each other, but two single men got in and stood, staring, which we felt was not properly sensual, locking the door as they got out to fuck in peace .

We spent some time in the big bed room, but the sudden arrival of the "singer" lady, having fun with a pair of singles and a whole voyeur crowd made us decide to end the night there.

In summary, we enjoyed the place and despite the presence of several male singles, which is not the most pleasant thing in our view, we understand that the multiplicity of people with different objectives is an advantage to many couples. The only problem, the place is hot and not very well ventilated.

It was a night when we were faced for the first time with this world and made us realize that there was still much to discover on what both were looking for or might like. Nowadays we are a lot more enlightened couple. This first experience has opened the door to an amazing new world.

Here are some images that may give you the idea of how hot it is to see Afrodites' ass jump out of the dress.

Kisses and hugs


Ares