sábado, 31 de dezembro de 2016

Feliz Ano Novo -- Happy new Year

Queríamos desejar um feliz ano novo a todos os nosso leitores que tão carinhosamente nos acompanham.

Este foi um ano espetacular para a nossa relação e para o blog. Crescemos muitos graças às nossas novas experiências e com o vosso feedback. Espero que o próximo ano traga mais aventuras e mais que tudo muito amor no nosso Olimpo. O mundo visto com amor (e muito sexo, livre de preconceitos e estigmas) é muito melhor e mais feliz.

Portanto os nossos votos são: sejam felizes, não se preocupem com a opinião dos outros (desde que não prejudiquem ninguém), façam tudo o que vos deixa feliz.

Sejam livres de espírito e vivam a vida como vos realiza.


Afrodite e Ares

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We would like to wish an amazing new year to the readers that have been following us for the past year.

2016 was a fantastic year for our relationship and also for the blog. We grew a lot, thanks to our new experiences and with your feedback. We hope that 2017 brings us a lot more aventures and a lot of love in our Olympus. The world, filled with love (and a lot of sex) is a much happier and better place.

So, our wished are: be happy, don't worry with the opinion of others and do what makes you happy. 

Be free in your spirit and live your life as is better fulfills you. 

Afrodite and Ares

sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

O nosso primeiro Swing - Our first Swing


Não é uma coisa que façamos recorrentemente, mas volta e meia lá nos apetece dar um salto a uma boa casa de swing. Não tanto pelo sexo, mas mais pela envolvente de um espaço assim, pela possibilidade de ter uma noite divertida, dançar e beber uns copos sem tabus e sem preconceitos. No fundo, uma liberdade total para fazer o que nos apetecer quando nos apetecer.

Em qualquer clube noturno chamado de "normal", a minha saia a subir enquanto dançamos de forma sensual se tornaria rapidamente inapropriado. Num clube de swing não. Não só isso me acontece, como a muitos casais à nossa volta, e nós gostamos de ver e de mostrar. Por isso nos cativa tanto este clubes de libertinagem.

Regra geral não vamos à procura de nada, mas num espaço assim as coisas acontecem. Uma vez, ao balcão do bar, enquanto esperávamos para ser servidos, um casal quebrou o gelo da forma mais simples que se pode fazer:
- Olá, nós somos o Nicolas e a Sophia!

Trocámos umas palavras simpáticas, mas nada mais e fomos para a pista dançar.

Imersos na nossa sensualidade, nem nos apercebemos que em pouco tempo o outro casal dançava ao nosso lado. Claro que não ficámos intimidados, quanto mais sensualidade melhor, as saias subindo e eu e a Sophia dançando rabo com rabo. Fomos aquecendo a pista.

Não se trocaram mais palavras. O que era um par de casais a dançar juntos, passou a ser quatro pessoas a moverem-se ao mesmo ritmo. As minhas mãos passavam do corpo do Ares para as coxas da Sophia e vice versa. A excitação de me roçar numa pele suave de mulher aumentava a cada instante. As línguas enrolavam-se à vez. Primeiro eu e ela, e rapidamente eles foram à vez participando na brincadeira. Desde beijos trocados a beijos partilhados a três. Sentia tantas mãos a apalpar-me as coxas, mamas e rabo que estava a ficar louca. Já escorria humidade pelas pernas abaixo.

A partir daí tínhamos passado o ponto sem retorno. Tínhamos que seguir em frente. Juntámos-nos numa das camas do espaço e uma a uma as roupas foram saindo. Começou tudo como um show. As meninas abriram as festividades. Eu e a Sophia de corpos enrolados. Eu lambia-lhe a cona e ela gemia como uma louca. Depois foi a vez dela e por fim, as duas ao mesmo tempo. Isto enquanto o Ares e o Nicolas com os paus rijos de tesão se masturbavam com evidentes caras de prazer. Foi delicioso vê-los loucos de tesão com cada movimento nosso. Não resistiram muito nesse estado. Rapidamente nos estavam a comer por trás enquanto a minha língua se enrolava na da Sophia. Estava tão molhadinha e tão louca de prazer que tive perdas de lucidez.

Foi neste ponto que nos apercebemos, havia uma multidão que nos olhava e apreciava. Casais tocavam-se enquanto nos viam, enquanto outros apenas davam as mãos imersos na experiência visual. Foi a cereja em cima do bolo, além de estar a gozar perdidamente, estávamos a ser os actores principais num show de prazer e sedução. E que público contagiante.

Foi uma sensação fantástica.

E o show continuou, de quatro passámos para missionário e umas tantas outras que se seguiram no calor do momento, com muitas mão e línguas à mistura.

Depois de alguns orgasmos da parte das meninas, os rapazes vieram-se loucamente nos nossos peitos. Que loucura!!

Uns beijos trocados e ficou a promessa de voltar a repetir.
Adorámos!

Afrodite

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It is not a regular thing, but once in a while we like to go to a good Swing Club. Not so much for sex, but for the involvement of a space like this, for the possibility of a fun night, to dance and to drink without taboos or prejudices. Basically a total freedom to do whatever we want to, when we want it.

In any so-called "normal" nightclub, my skirt rising while we dance sensually would quickly become inappropriate. Not in a swing club. Not only that happen to us, like to many couples around us, and we do like to see and show. That is why we like so much this debauchery clubs.

Normally we are not looking for anything but a space like this things happen. Once, at the bar, while waiting to be served, a couple broke the ice in the simplest way one can do:
- Hello, we are Nicolas and Sophia!

We exchanged some nice words, but nothing more, and we went to the dance floor.

Immersed in our sensuality, we did not even realize that in a short time the other couple were dancing by our side. Of course we were not intimidated, the more sensuality the better, like skirts coming up and me and Sophia dancing butt with butt. We were heating the dancefloor.

No words were exchanged. What was a couple of couples dancing together, soon beacame four people moving as one. My hands moved from Ares's body to Sophia's thighs and vice versa. The excitement of rubbing me against a smooth skin of a woman was increasing every second. Tongues rolled up in turn. First me and her, and quickly they started participating in the game. From kisses swapped to kisses shared three by three. I felt so many hands touching my thighs, tits and ass that I was going crazy. I was so wet that it was running through my legs.

We had passed the point of no return. We had to move on. We laid  down in one of the beds and one by one our clothes were coming out. It started as a show. The ladies opened the festivities. Sophia and I rolled up together. I licked her pussy and she moaned like crazy. Then it was her turn and at last the two at the same time. In the meanwhile Ares and Nicolas with there hard dicks were masturbating with evident pleasure. It was delightful to see them horny as hell with every of ours movement. They have not resisted much time in this condition. Quickly they were fucking us from behind while my tongue wrapped around with Sophia's tongue. I was so wet and so crazy with pleasure that I lost my sense of lucidity.

It was only at this point that we realized that there was a crowd watching and appreciating us. Couples were touching each other while they were watching us, while others only held hands immersed in the visual experience. It was the icing on the cake, in addition to being enjoying ourselves, we were the main actors in a show of pleasure and seduction. And what a contagious public.

It was a fantastic feeling.

And the show continued, from doggy style to missionary and a few others that followed in the heat of the moment, with many hands and tongues in the mix.

After some orgasms from the girls, the boys cum like crazy on our breasts. What a madness !!

Kisses were exchanged and a promise to repeat it again.
We just
loved it!

Afrodite




sábado, 3 de dezembro de 2016

De joelhos -- On my knees


- Já de joelhos, Ares!

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- On my knees, Master!


Afrodite








Ps: Nossos queridos leitores, não desaparecemos, só andamos muito ocupados. 

Ps: Dear readers, we haven't disappeared, we have just been too busy.

segunda-feira, 24 de outubro de 2016

Na ausência do Ares -- While Ares is away


Na ausência do Ares...

Afrodite

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While Ares is away...

Afrodite



quarta-feira, 5 de outubro de 2016

Gatinha! - Cutie!

A sensualidade vai com ela onde quer que vá!

Ares

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Her sensual ways go with her everywhere!

Ares


domingo, 18 de setembro de 2016

Banho de esperma -- Sperm bath

Um banho de esperma, porque ela merece!

Ares

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A sperm bath, because she deserves it!

Ares

domingo, 11 de setembro de 2016

Maridos

Hoje vamos deixar outra Pessoa falar por nós.

Como eu sou uma mulher com imaginação, não sou séria por natureza, não sou séria a valer! Mas o melhor é nós não avaliarmos os outros, "porque eles são outros e a gente não sabe o que vai lá dentro"!

Afrodite


"A gente cria o costume e gosta mais por costume que por outra coisa. Que outra coisa é que podia ser. Depois, a gente afeiçoa-se, mas afeiçoa-se já doutra maneira, e são uns filhos grandes que casam connosco.

Outros acham que a gente há-de gostar deles por isto ou por aquilo. Ora! A gente nem sabe porque gosta. Depois de gostar diz que gosta por isto ou por isto ou por aquilo, mas é só depois de gostar. Mas julgam que a gente gosta deles por serem fortes, ou por serem bonitos, ou por terem olhos azuis, ou qualquer coisa assim. E um pouco de tudo isso, senhor juiz, e não é nada disso.

As mulheres sérias a valer têm um ódio doido às putas. Julga o meritíssimo juiz que é por serem sérias? É, mas é por verem de que é que estão privadas por serem sérias. Esta é a verdade -, sr.juiz - e o mais - não faço o gesto por respeito.

Não há mulher nenhuma neste mundo - nem a mais séria, senhor juiz - que não tenha invejado essas que lá andam nas ruas à procura dos homens — nenhuma, senhor juiz, se dissesse a verdade como a pôr o coração aí em cima dessa mesa.

A alma da gente é uma coisa suja e o que vale é que a alma não tem cheiro.

Isto, senhor juiz, e para que Vossa Excelência saiba, e os senhores Jurados, é o que todas as mulheres sentem. Umas nem dão por isso e vão vivendo como os empregados de escritório que dão em velhos sempre a fazer a mesma letra; outras sentem e calam, e vivem prós filhos, porque lhes ensinaram a ser sérias - porque a gente aprende a ser séria como aprende a tocar piano; e outras não aguentam, senhor juiz, e rebentam, e no meio disto tudo a gente não sabe o que é melhor ou pior, porque o melhor é a gente não avaliar dos outros, porque eles são outros e a gente não sabe o que vai la por dentro.


E vern uma vontade de meter a costura pela pia abaixo, e de ir para longe ao menos só para chorar à vontade. A vida, senhor juiz - se o senhor juiz soubesse o que é a vida!

A falta de coragem é o que é o pior nas mulheres. A gente ainda tem medo dos tempos em que a lei nos batia mais que os homens. Então o senhor juiz julga que uma mulher séria usa saia curta por moda — lá no íntimo da alma dela? É para chamar os homens - mas o que ela não se atreve é deixá-los chegar. Então há alguma mulher que se decotasse senão para ser apalpada com os olhos? 

Tenho, senhor juiz, tenho muitas coisas é a dizer e oxalá o senhor juiz e os senhores jurado se não importem que eu as diga. Porque esta, senhor juiz, é a verdade, e o que eu sinto, e o que toda a gente sente, se pensar nisso e eu quero dizer isso tudo, senhor juiz, sem tirar nem pôr. 

O que faz mal à gente é a imaginação. Se uma mulher não tem imaginação é séria por natureza, senhor juiz, séria a valer.

Mas a gente nasce com o coração que recebe, e é com esse que tem de sentir e penar.
Sempre o mesmo homem, senhor juiz - o mesmo homem todos os dias, com o mesmo corpo e a mesma maneira!

Todas as noites, senhor juiz, e na mesma cama - nem a cama muda ao menos. E aquilo ao fim de tempo já não era viver, nem coisa que se parecesse - era uma coisa entre comer para não ter fome e fazer o serviço da casa... Se os homens soubessem o que custa a aturar! Se soubessem o nojo que a gente tern por eles ca dentro quando está encostada a eles!

E eu, senhor juiz, não tinha outro remédio senão matá-lo para estar bem com a minha consciência e com a Igreja.

Foi por isto, senhor juiz e senhores jurados que eu matei o meu marido."


Maridos por Fernando Pessoa, O mendigo e outros contos.